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21 de fev de 2011

O caminho do meio


"Não subestimamos a importância de qualquer verdade. Não proferimos nenhuma palavra que possa ser considerada irreverente por qualquer pessoa de qualquer fé... Não dizemos ao judeu que o Messias que ele espera nasceu em Belém quase dois mil anos atrás; e que ele é um herege por não crer nisso. E também não dizemos ao cristão que Jesus de Nazaré era um homem exatamente como nós, ou que sua história é a repetição de uma lenda antiga." (Albert Pike, Morals and Dogma, pág. 524).

Albert Pike foi um maçon daqueles BIG. Big no sentido de ter afinidade com os extraterrestres a tal ponto que sua posição seria a de dar continuidade aos ensinamentos da Escola de Mistérios

Portanto, ele nos ensina em seus textos que todas as religiões têm sua origem no início dos tempos. 

A Maçonaria existe desde os tempos do Jardim do Éden, onde podemos observar que tudo foi feito para que os humanos acordassem para seu EU interior, saíssem da hipnose – da Matrix – desviando da atenção focada a uma segunda entidade que se intitulava - DEUS

No Jardim do Éden, vemos Lucifer - Satanás - Enki - exposto por meio da metáfora da serpente com Eva, incentivando-a a comer do fruto da Árvore do Conhecimento, para que assim se tornasse livre da escravidão a que foi imposta por um segundo “deus” - seu irmão Enlil

Embora Deus (Enlil) tivesse proibido “comer do fruto” (entenda como sair da Matrix a qual todos estamos presos), seu irmão Enki (pai de todos) avisa a Eva que, tendo posse da informação ela se tornaria como Deus, conhecendo o caminho do meio entre o “bem e o mal”.

Vamos rever as Escrituras. "Porque Deus sabe que no dia que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal." (Gênesis 3:5).

"Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos; eu sou o primeiro, e eu sou o último; e além de mim não há Deus." (Isaías 44:6).

Essa idéia de ser o Começo e o fim – ( Alpha a Omega) – foi baseado em um sistema de um alfabeto de 26 letras de atendimento. A palavra nos foi dada e tudo ficou diferente, as vibrações ficaram difusas.

A Maçonaria ensina que "a verdade perfeita não é alcançável"
(Albert Pike, Morals and Dogma, pág. 223,
Ensinos para o Décimo Quarto Grau)

Por que eles afirmam isso?
Há um caminho conhecido por estudiosos para o despertar da espiritualidade, conhecido como o caminho do meio. Os seguidores do caminho do meio procuram praticar a moderação em tudo se abstendo de extremos, de se fixar nos pólos, de praticar a radicalização de um pensamento.

Isso pode parecer muito difícil de se praticar, pois nos ensinaram na mais tenra idade que devemos ter “firmeza de caráter” e fazer uma única escolha na vida e trilhá-la sem pestanejar para chegar ao objetivo desejado – tornando-a sua “verdade”.

O que muitos não sabem é que o caminho do meio é na verdade encontrado a partir dos extremos.  Meio doido isso?

"Se a verdade fosse encontrada, ela seria encontrada no Centro”
Quanto mais você conhece como se comporta o extremo, mais você pode identificar onde está o centro de tudo. Quando você percorrer o caminho dos extremos, você passa a observar o quanto ele te faz bem ou te faz mal em algum momento desse trajeto.

Conhecimento é poder e poder traz a liberdade de escolha. Só podemos conhecer o frio se passarmos para algo realmente quente. Que tal ficar no morninho? Mas para encontrar esse “morno” é preciso saber até onde você tolera o frio e até onde você tolera o calor.

Nós temos uma visão muito limitada da vida, de como ela realmente funciona em todos os aspectos do conhecimento humano e isso nos limita a enxergar e ver um caminho para o meio, por isso passamos muito tempo nos extremos, na polaridade e isso por si só torna-se um desequilíbrio.

Não nos damos conta de que há uma posição mais confortável, mais sadia, mais equilibrada de estar, isso porque, sem informação não há escolhas, apenas rotinas – ordem – controle.

“Lúcifer empurra o povo de Deus para se tornar totalmente espiritual, ou tornar-se totalmente material... “

Eita frase danada. Mas será que quem diz isso, sabe QUEM ou O QUE é Lucifer para fazer tal afirmação? É claro que não. Isso é apenas uma frase de “rotina”, um programa que se repete assim que acionado. Quem a repete não faz a menor idéia do contexto a que está inserido.

Será que o tal Lúcifer não ajuda também na informação, pensando friamente?
Estamos sempre sendo movido por forças e influências para um extremo ou outro na vida, mas na realidade, para estarmos em equilíbrio, é necessário estar em constante movimento, criatividade e flexibilidade ou Caos.

Hermes Trismegisto (Toth) nos disse que: “quando combinarmos as peças inferiores e superiores das coisas iremos obter a glória de todo o mundo” - Esta é a integração das polaridades.

Muitos Pastores e Líderes Cristãos são Maçons. E daí? Nada demais, mas com toda certeza eles têm o poder da manipulação, pois sabem muito!!

Jesus: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao pai senão por mim”

Mentir é necessário. "Um espírito... que ama a sabedoria e contempla a verdade que está perto, é forçado a disfarçá-la, para induzir as multidões a aceitá-la... O povo precisa de ficções...". Albert Pike, Morals and Dogma, pág. 102, Ensinos para o Décimo Quarto Grau.).

A fim de compreender o conceito dos seguidores de Lúcifer, é fundamental compreender que existem dois sistemas em jogo:
  •               um que revela e traz a iluminação, o conhecimento real, ou pelos menos não metafórico dos textos bíblicos que nos faz perder tempo “traduzindo o óbvio
  •            e um segundo que concilia e espalha a ignorância de forma a nos fazer correr atrás do nosso próprio rabo.
Um bom exemplo disso é a questão dos símbolos Maçom – em particular o número 33 e 12. E o que sabemos sobre eles? Nada! No que diz respeito ao 33 apenas que é um número primo - que só pode ser divido por ele mesmo. Veja que a palavra primo vem do termo primordial - em primeiro lugar; primário; original; chefe.

Jesus foi crucificado aos 33 anos. José supostamente tinha 33 anos ao se casar com a Virgem Maria. Jesus operou 33 milagres, ou de o nome de Deus ter sido mencionado 33 vezes no Gênesis. No Islamismo, todos os habitantes do paraíso têm eternamente 33 anos.

Sobre o número 12 - é um código, entre outras coisas, para os 12 meses do ano e as casas do zodíaco, através da qual, simbolicamente, viaja o Sol, o “deus‟. Assim, temos as 12 tribos de Israel; 12 príncipes de Ismael; 12 discípulos, ou 12 seguidores de Jesus, Buda, Osiris e Quetzalcoatl respectivamente.

Há também o Rei Arthur e seus 12 Cavaleiros da Távola Redonda, Himmler e seus 12 cavaleiros da SS nazista, e a mulher (Ísis, Semiramis) com a coroa de 12 estrelas no Livro das Revelações.

Na Bíblia também temos a relação com número 7
7 espíritos de Deus, as 7 igrejas da Ásia, 7 castiçais, 7 lâmpadas de fogo, 7 selos, 7 trombetas, 7 anjos, 7 trovões e o dragão vermelho no Apocalipse com 7 cabeças e 7 coroas.

Inúmeros filhos de Deus - Mártires eternos se ofereceram em SACRIFICIO em troca do perdão do Pai sobre a humanidade – afinal, “eles não sabem o que fazem...”

Outra “coincidência” que foge totalmente a lucidez, ao racional dos céticos é que não “temos registros bíblicos” de que havia inseminação artificial há mais de 4 mil anos atrás, e pelo que vemos era muito comum, virgens ficarem grávidas – e todos os rebentos nasciam em 25 de dezembro.

Acho que o clima nessa época era propício ou havia algum SPZ (sperm) voador que foi extinto com os dinossauros.

Todos nascidos de uma virgem e no dia 25 de dezembro.
Krishna do Hindustão; Buda Sakia da Índia; Salivahana de Bermuda; Osiris e Hórus do Egito; Odin da Escandinávia; Crite da Caldéia; Zoroastro (ou Zaratustra) da Pérsia; Baal e Taut da Fenícia; Indra do Tibete; Bali do Afeganistão; Jao do Nepal; Wittoba de Bilingonese; Tammuz da Síria e Babilônia; Attis da Frígia; Xamolxis da Trácia; Zoar do Bonzes; Adad da Assíria; Deva Tat e Sammonocadam do Sião; Alcides de Tebas; Mikado de Sintoos; Beddru do Japão; Hesus ou Eros, e Bremrillahm, dos druidas; Thor, filho de Odin, dos gauleses; Cadmus da Grécia; Hil e Feta de Mandaites; Gentaut e Quetzalcoatl do México; Monarca Universal de Sibyls; Ischy de Formosa; Professor Divino de Platão; Holy One (Santo) de Xaca; Fohi e Tien da China; Adônis, filho da virgem Io, da Grécia; Ixion e Quirinus de Roma; Prometeu do Cáucaso; e Mohamede ou Maomé, da Árabia. (22)

Jesus é o Alfa e Ômega, o primeiro e o último.
Assim era Krishna, Buda, Laokiun, Baco, Zeus e outros.
Alega-se que Jesus fez milagres, tais como, curar os doentes e ressuscitar pessoas, também o fizeram Krishna, Buda, Zoroastro, Bochia, Hórus, Osiris, Serapis, Marduk, Baco, Hermes e outros.
Jesus nasceu de sangue real. Assim nasceram Buda, Rama, Fo-hi, Hórus, Hércules, Baco, Perseus e outros.

O filho/Sol morreu e seguiram-se as trevas. E observe por quantas horas isto durou: 3 – Essa mesma ladainha sobre o SOL parar por 3 dias (ponto zero) de trevas em sua morte foi contada pelos hindus por  Krishna, os budistas por Buda, os gregos por Hércules, os mexicanos por Quetzalcoatl.

O que escritores contemporâneos de Jesus falam sobre sua crucificação? Nada. Nem uma sílaba. Essa história tão marcante na vida dos cristãos não foi relatada, não há nenhum registro romano, ou narrativa contemporânea dos escritores da Grécia e Alexandria sobre o que aconteceu nessa época.

Por que? Porque Não houve nenhuma revolta popular que tenha merecido destaque na gazeta da época, isso não aconteceu!

A história de Jesus assim como tantas outras, não passa de uma visão simbólica, codificada com finalidade de ser passada adiante através da comunicação oral - o conhecimento da Escola de Mistérios.

Uma forma de perpetuar a informação no inconsciente coletivo.
Saber que 25 de dezembro é o solstício de inverno e que refere-se ao menor dia do ano, dando inicio a vitória da luz sobre a escuridão, nos dá uma real posição diante da imensidão do Universo, a localização exata para eventos futuros.

O Sol estava no coração da religião egípcia e ao meio dia, quando o Sol estava no auge da sua “viagem” diária, eles rezavam para o “Mais Alto‟. Desde aí a humanidade fora possuída, foi hipnotizada por essa abordagem e quebrar esse ritual, essa ignorância sobre os deuses, nos livra da prisão!

“A mente é como um cume de ouro que encima o corpo físico, Pela escadaria da coluna vertebral, a energia sobe e desce, circulando, unindo a mente celeste ao corpo físico. O corpo é de fato um templo.”

A ciência humana reverenciada pela Escola de Mistério nos dá a compreensão de como usar esse templo para seu objetivo mais poderoso e mais nobre, mas apenas para poucos - os iniciados.

A Coluna vertebral é composta exatamente por 33 vértebras. A base da coluna, ou sacro, significa literalmente “osso sagrado”. Por que? Não lhe parece um rabo de réptil?

A hipnose não está somente na religião,
mas no entretenimento

Recentemente todos ficaram vidrados na TV de olhos atentos a um objeto redondo que era chutado de um lado ao outro por 11 humanos de cada lado. Objeto nomeado de JABULANI, por um comitê altamente focado em algum resultado que desconhecemos ainda.

A Fifa e a Adidas não se entenderam quanto ao significado escolhido para a redonda. “Adad” - (Enlil) - Termo Sumeriano para “deus-vento/tormenta” – diz a empresa que Jabulani vem do idioma BantuisiZulu – que significa “aquela que traz felicidade aos povos”, já outra definição foi dada como “seja feliz”. Outro site diz: No idioma zulu, que o nome significa literalmente 'celebrar'.

Bom, você escolhe a versão que mais lhe agrada. O fato é que a mensagem foi dada.
Como é do gosto dessa gente, quanto mais complicado, mais decodificado, melhor. Um jogo de palavras para fazer o otário desistir na primeira.

O que os iluminados queriam com isso é que você fosse lá e procurasse a informação sobre esse significado – mas daí vem a pergunta: Você foi procurar saber o que significa essa coisa? Não, você se limitou a enviar emails para os amigos com piadas sobre a Jabulani, a ter que buscar a fonte dessa questão...

Os polarizados só viram um circo, um jogo, uma festa. Os iniciados viram uma informação, uma mensagem de âmbito GLOBAL e não local. Jabulani é uma variação de JAHBULON - O que confirma todas as teorias de que o futebol seja realmente um ritual religioso mágico-cabalistico de um Ritual maçônico.

Jabuloni é na verdade a mesma divindade vista em 3 culturas diferentes
JAH BUL ON – é uma combinação dos nomes do Deus sírio, o Deus Caldéia e o Deus egípcio.

JAH - Jahovah representando o nome, o nome bendito do Senhor no Antigo Testamento. O nome "Jesus" significa "Jeová como Salvação".
BUL- representando o nome de BAAL ou Bel, um antigo deus do Testamento, significa Senhor, Lorde, Marido ou Dono (Sol).
ON - representa o nome do Deus sol egípcio.

Mais símbolos religiosos

Paises exigindo liberdade
A cruz vermelha ou a cruz de fogo, um símbolo ariano-fenício para o Sol, como era a suástica, mais tarde usada pelos nazistas, é relacionada ao deus-Sol, Bel, que foi encontrado em Craig-Narget na Escócia e era usada para decorar as togas de suas altas sacerdotisas e futuramente os estandartes de São Jorge (Inglaterra) e as cruzes de Santo André (Escócia) e São Patrício (Irlanda), e as insígnias da Escandinávia, todas refletindo as lutas sagradas e sangrentas de vitória pelos fenícios.

O movimento Rastafari foi movido por membros da Antiga Ordem Mística da Etiópia - Archibald Dunkley e Joseph Nathaniel Hibbert que estavam entre os pregadores do movimento Rastafari, e que ambos eram uma ordem fraternal derivados de Prince Hall Maçonaria.


Estamos vendo que a barreiras vibracionais estão caindo.
As manifestações no mundo Árabe fizeram com que alguém fechasse a caixinha de Pandora com seus males de volta, onde jamais deveriam ter saído.

Em poucos dias fizeram mais barulhos que em todos esses anos de escravidão. Derrubaram a barreira do medo, do pilar da teocracia árabe desde sua implantação, onde a repressão e ausência de direitos, nos âmbitos civis, do reconhecimento do poder de escolha das mulheres, da imprensa livre, da cultura, do desenvolvimento econômico, social e individual estagnado há milhares de anos.

Pandora na “mitologia grega” foi a primeira mulher (EVA) que existiu, criada por Hefesto (Enki) (deus do fogo, dos metais e da metalurgia) e Atena (Ninhursag) (deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da arte, da justiça e da habilidade) auxiliados por todos os deuses.

Cada deus lhe deu uma qualidade. Recebeu de um a graça, de outro a beleza, de outros a persuasão, a inteligência, a paciência, a meiguice, a habilidade na dança e nos trabalhos manuais. MATRIX da superficialidade.

Mas alguém pôs no coração de Pandora a traição e a mentira contra os deuses – Tradução = deu a ela a informação sobre sua condição de subjugada e escrava sexual.

A informação foi dada... e devido a essa condição, ela não mais poderia pertencer ao panteão dos deuses imortais e Zeus de raiva mandou Pandora para a Terra para “agradar aos homens”, dando a ela uma caixa onde continha toda a desgraça da Terra . MATRIX da discórdia.

Epimeteu vendo a radiante beleza de Pandora a tomou como amante – simbolicamente essa imagem nos remete a condição da mulher como sendo a criadora de todos os problemas na Terra – inveja, traição, desarmonia, cobiça, deslealdade etc etc...

A tal da esperança que ficou presa à caixa (nosso coração) é a força precípua que nos leva a enfrentar todos os desafios que a vida possa sugerir.

O nome "Pandora" possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos (dos deuses).

Deu pra entender ou quer que eu desenhe?

Minha mensagem é que você se permita ser flexível, a mudar sua perspectiva, considerar ambos os extremos, como “verdades”, mas buscando uma forma (informação) para voltar ao centro - ao equilíbrio, sem estresse.

É a sua capacidade de mover-se (emoção) entre os extremos (certo e errado) é que irá ajudá-lo a conhecer a sua verdade – o caminho do meio.

laura botelho

Aqui está uma verdadeira cópia digitalizada do "Duncan's Masonic Ritual e monitor ou guia para os três graus simbólicos do Rito de York Antiga e aos graus de Mestre de Marca, Past Master, Most Excellent Master eo Royal Arch" por Malcolm C. Duncan, David McKay Company, Inc. em Nova York.



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